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Mitsubishi Cup - Ribeirão Preto, SP
De Volta ao início

Era para ser em Itapetininga, SP, mas os planos mudaram e o Mitsubishi Cup – prova monomarca de velocidade – tomou outro rumo. Retornou para a cidade onde aconteceu a disputa que abriu a temporada 2004, Ribeirão Preto, também em São Paulo.
Realizado no dia 21 de agosto, o rali reuniu 69 duplas na Fazenda Gamboa, onde aconteceram três baterias de 28 quilômetros, totalizando 84 quilômetros percorridos. O trajeto levantado contou com trechos rápidos e intercalou curvas muito fechadas. Aliado a isso, diversos saltos e piso escorregadio exigiram atenção por parte das duplas. Com um dia de muito sol e calor na região, as tomadas de tempo iniciaram-se pela manhã e estenderam-se até o meio da tarde.

Uma arquibancada montada no local garantiu ainda mais o clima de emoção, com o público podendo acompanhar de perto a atuação das equipes.
Guilherme Spinelli e Marcelo Vívolo foram os melhores na categoria L200 RS. Eles somaram 43 pontos e lideram a classificação geral. “O percurso teve pontos de velocidade e saltos. Gosto muito de provas assim, com pista rápida e escorregadia”, comentou Spinelli.

| TEXTO: Isis Moretti .:. FOTOS: Donizetti Castilho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

O Mitsubishi Cup voltou a ser destaque em
Ribeirão Preto, interior
de São Paulo, com a disputa da 4ª etapa

Mitsubishi MotorSports - Itaipava, RJ
Motivos extras

Como esse Brasil é bonito! Participando dos ralis, as pessoas têm a oportunidade de visitar cada canto deste país e conhecer suas peculiaridades. De repente, em uma cidade que pouco se sabe sobre sua natureza e contornos, onde a industrialização e a modernidade parecem ser a única fotografia, descobre-se potenciais que surpreendem e seduzem.
Assim aconteceu em Ribeirão Preto, SP, Porto Alegre, RS, Belo Horizonte, MG, e no Rio de Janeiro, quando a 4ª etapa do Mitsubishi MotorSports subiu a serra e instalou-se no município de Itaipava, nos dias 27 e 28 de agosto.

Foram 229 equipes – divididas nas categorias Graduados e Turismo – que desfilaram com seus 4x4 por caminhos que cortavam morros altos cobertos por uma vegetação florida, ou simplesmente pelados, com as marcas do tempo à vista. Paisagens que penetraram na consciência de cada participante que percorreu cerca de 150 quilômetros de trilhas e enfrentou curvas fechadas, erosões, valetas, pedras, pontes estreitas sem proteção, trechos de mata fechada e sinuosos.

| TEXTO E FOTOS: Isis Moretti | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

Seja qual for a competição, a única certeza é que os amantes do fora-de-estrada sempre estarão em contato com a natureza em lugares encantadores. Dos participantes do Mitsubishi MotorSports Sudeste, a cidade de Itaipava, RJ, só recebeu elogios

Mitsubishi Outdoor - Itaipava, RJ
Combustível e preparo físico

Quem participou do Mitsubishi Outdoor desde a primeira prova, sentiu que a organização exige mais do preparo físico a cada disputa. Em Itaipava, RJ, não foi fácil!
No total, 38 equipes – de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo – se inscreveram nesta 4ª etapa. Dessa vez, muitos chegaram bem equipados. Trouxeram mountain bikes, coletes salva-vidas e rádios talk about.
Mas algo inusitado aconteceu. O ex-presidente da Mitsubishi, Eduardo Souza Ramos, participou da prova, ao lado da esposa Corinna. Esta notícia deu um frio na barriga dos outros participantes

e para completar, o navegador da equipe foi o experiente Norton Lopes.

| POR: Amanda Madoenho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

Energéticos são
bem-vindos. A cada
etapa do Outdoor,
a Mitsubishi testa o condicionamento dos competidores

TOPO
Mitsubishi MotorSports - Natal, RN
Navegadores em ação

“Esta será a etapa mais difícil para a navegação em toda a história do Mitsubishi MotorSports”, prometeu o diretor de prova, Lourival Roldan. “E realmente foi”, confirmou o navegador Daniel de Lima Júnior, após terminar a prova que encerrou a temporada 2004 da competição no nordeste.
O dia 11 de setembro terá um bom motivo para ser lembrado pelos 142 competidores – 33 na Graduados e 109 na Turismo – que participaram do rali. Eles viveram na cidade de Natal, RN, uma desafiadora e emocionante experiência off-road.
Em 185 quilômetros de percurso – 45 a mais em relação à planilha do pessoal da Turismo – as

equipes que têm mais experiência passaram por uma prova de fogo. Foram 19 laços que deixaram os navegadores “tontinhos”. Eram muitas entradas e saídas e os co-pilotos ficaram sob pressão a prova inteira, sempre atentos às referências bastante próximas.

| POR:Isis Moretti | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

A 4ª e última etapa do Mitsubishi MotorSports Nordeste exigiu do carro
e do piloto. Mas os navegadores foram as grandes estrelas do dia
TOPO
Mitsubishi Outdoor - Natal, RN
Brincando na areia

Todos esperavam o sol e ele não demorou a aparecer. No dia 11 de setembro, 11 equipes estiveram reunidas na Praia do Forte, em Natal, RN, para seguirem em direção ao norte do estado. Nesta 5ª etapa do Mitsubishi Outdoor, os pc’s estavam mais próximos um do outro e foi fácil bolar uma estratégia para cumprir o maior número de tarefas. Muito divertidas, por sinal.
A prova não aconteceu somente nas dunas. Passou por Ceará Mirim, Extremos e São Gonçalo do Amarante, locais com diversas usinas e engenhos antigos, com toda a beleza do litoral nordestino.

| POR: Amanda Madoenho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

A cidade de Natal é famosa pelos passeios de bugue, esqui-bunda e sand-board nas dunas. A Mitsubishi soube aproveitar bem este paraíso e levou os competidores do Outdoor a loucura com as atividades da prova
TOPO
Campeonato Brasileiro de Rally Cross-Country
Tempo seco

Queijos e doces de leite ficaram em segundo plano. Passeios de charrete, só mais tarde. Entre os dias 4 e 6 de setembro, em Poços de Caldas, MG, as atenções estavam voltadas para o Rally do Café, a 5ª etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Cross-Country, que valeu também pela 3ª etapa da Copa Baja.
Não importa a marca. Para quem gosta de café forte, torcer por qualquer um dos 91 participantes – 42 motos, 12 quadriciclos, 33 carros e 6 caminhões – foi uma apreciação saborosa.
A arquibancada montada no circuito onde aconteceu o prólogo ficou lotada de gente. O público

não se importou de ficar empoeirado. “Isto aqui é um belo espetáculo. Este pó não faz diferença para quem tem pouquíssimas oportunidades de assistir a um rali”, disse o estudante Flávio Siqueira, de 17 anos.
A pista de 2,1 quilômetros também valeu como trecho cronometrado durante os dois dias de prova. Desta forma, a festa foi completa para a população, que vibrava a cada artimanha realizada pelos corredores em um percurso travado, com curvas fechadas, algumas rampas e piso liso.
Com o tempo de 2min16seg, a tomada de tempo foi vencida por Klever Kolberg e Lourival Roldan, da Equipe Petrobrás Lubrax. Nos caminhões, os mais rápidos foram Ricardo Domingues e Nilo de Paula, que defendem a Equipe Território 4x4, com a marca de 2min33seg3.

| POR: Isis Moretti .:. FOTOS: Donizetti Castilho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

A cidade de Natal é famosa pelos passeios de bugue, esqui-bunda e sand-board nas dunas. A Mitsubishi soube aproveitar bem este paraíso e levou os competidores do Outdoor a loucura com as atividades da prova
TOPO
Copa Troller, PR
Sem chuva. Com emoção

Pela primeira vez a Copa Troller chegou a região sul do país. A 5ª e penúltima etapa da temporada 2004 foi disputada em 11 de setembro, na cidade de Curitiba, PR – estado com grande tradição no off-road.
Foram 102 participantes divididos nas categorias Graduados (37 carros), Turismo (42) e Expedition (23). Como no início do campeonato, nesta etapa as equipes locais conseguiram boas colocações: três duplas da casa subiram no pódio da Graduados.
A previsão de chuva para o dia do evento fez com que o diretor técnico, Deco Muniz, tivesse mais

cautela na escolha das trilhas e das médias. O tempo realmente fechou, mas a temida chuva não veio. E com a planilha bem acertada, as duplas encararam “tranqüilamente” as estradas de terra batida, erosões, cascalho, lama, mata fechada e muitos laços técnicos – como se caracterizam as disputas da Copa Troller.

| TEXTO E FOTOS: Donizetti Castilho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

 

Uma trilha levantada
para caso a promessa de chuva fosse cumprida.
A meteorologia errou,
e a 5ª etapa da Copa Troller Sudeste saiu melhor que o planejado

TOPO
Rallye do Agreste
Mais uma lição

Um monte de crianças reunidas. As mais ousadas se dispersavam por entre os carros. Os adultos, tímidos, observavam e comentavam as cenas que até então tinham apenas ouvido falar. Com os olhos atentos nos veículos que participaram do Rallye do Agreste, os moradores do Povoado de Santa Cruz – apelidado de Sarampo – foram, dentre outros grupos, privilegiados pela passagem da caravana do rali que rodou cerca de 1.400 quilômetros.
“Nunca esperançava de ver um tanto de carro desse passar no nosso povoadinho. Deus, Ave Maria, é uma coisa muito maraviosa”, disse Elisângela da Silva Souza com sua linguagem

simples. De 11 a 17 de setembro, os 63 participantes – 54 carros e 9 motos – presenciaram durante o trajeto de Fortaleza, CE, até São Luiz, MA, retratos da simplicidade humana aliados ao esplendor das paisagens do nordeste.
Para completar este espetáculo, sobrou competitividade entre as equipes. O evento reuniu as melhores duplas de rali de regularidade do Brasil. “Nunca participei de uma prova que tivesse tanta gente boa correndo junta”, falou o navegador Wagner de Paula, de Juiz de Fora, MG.

| POR: Isis Moretti .:. FOTOS: Donizetti Castilho | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

Uma mistura de
sotaques e muita experiência para se compartilhar.
No Rally do Agreste,
os atrativos vão além
da competição

TOPO
Paulista de Rally Cross Country
Na cola...

Um monte de crianças reunidas. As mais ousadas se dispersavam por entre os carros. Os adultos, tímidos, observavam e comentavam as cenas que até então tinham apenas ouvido falar. Com os olhos atentos nos veículos que participaram do Rallye do Agreste, os moradores do Povoado de Santa Cruz – apelidado de Sarampo – foram, dentre outros grupos, privilegiados pela passagem da caravana do rali que rodou cerca de 1.400 quilômetros.
“Nunca esperançava de ver um tanto de carro desse passar no nosso povoadinho. Deus, Ave Maria, é uma coisa muito maraviosa”, disse Elisângela da Silva Souza com sua linguagem

simples. De 11 a 17 de setembro, os 63 participantes – 54 carros e 9 motos – presenciaram durante o trajeto de Fortaleza, CE, até São Luiz, MA, retratos da simplicidade humana aliados ao esplendor das paisagens do nordeste.
Para completar este espetáculo, sobrou competitividade entre as equipes. O evento reuniu as melhores duplas de rali de regularidade do Brasil. “Nunca participei de uma prova que tivesse tanta gente boa correndo junta”, falou o navegador Wagner de Paula, de Juiz de Fora, MG.

FOTOS:Alberto Motta - Divulgação | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

 

Uma mistura de
sotaques e muita experiência para se compartilhar.
No Rally do Agreste,
os atrativos vão além
da competição

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