| Machu-Picchu

Terra de sobra

Uma região misteriosa e detentora de segredos seculares da civilização Inca. Machu-Picchu está localizada em uma montanha a 2.400 metros de altitude e intriga pelas construções feitas de pedras sem nenhum tipo de cimento para agrupá-las. Esta cidade recebe turistas diariamente e, para os brasileiros, uma viagem assim tem mais que o único propósito de visitação. Para os off-roaders, vale também a aventura fora-de-estrada.
Com este propósito, o Clube da Camper, de São Paulo, reuniu um comboio de quatro carros e nove pessoas: Aron e Silvia Andrade e os filhos Henrique e Gustavo, Alberto e Janeth Granville, Ricardo e Érica Farias, e Alexandre Reis. Eles partiram da capital paulista no dia 20 de dezembro do ano passado, percorreram cerca de 10 mil quilômetros e enfrentaram diversas encrencas para pisar em Machu-Picchu.

O grupo contou com a ajuda de diversos Jeep Clubes, tanto do Brasil quanto dos países inclusos no roteiro. Obtiveram informações sobre a legislação vigente em cada província e pontos turísticos. Tramitaram tudo seis meses antes da Expedição Machu-Pichu começar.
Os viajantes deixaram o território nacional por Campo Grande, MT. Após 1.627 quilômetros, entraram na Bolívia. “Neste país, passamos todos os sufocos da viagem”, disse Farias. Logo na fronteira, encontraram a aduana fechada. Acredite se quiser, mas não havia nenhum agente competente para liberar a passagem. “Então, surgiu um senhor que dizia ser o oficial responsável da migração. Carimbou um papel e cobrou uma taxa por pessoa”, contou Erica. “Mais adiante, em uma barreira policial, descobrimos que o visto não servia para nada, e na realidade deveríamos ter outro documento”, completou. Com isso, obtiveram os impressos legais e prosseguiram viagem.

| POR: Isis Moretti | Leia matéria na íntegra na revista impressa |

Terra é bom, mas demais enjoa. Porém, essa regra não se aplica quando o objetivo é conhecer um
dos lugares mais belos
do mundo: Machu-Picchu

 
[ VOLTAR ] [ TOPO ]